quinta-feira, outubro 15, 2015

COMPUTADOR DA APPLE PASSA A CUSTAR PREÇO DE CARRO 0 KM EM LOJA BRASILEIRA

rtirtri
A situação não está fácil para os fãs da Apple no Brasil. Um levantamento feito pelo site Mac Magazine mostrou os reajustes nos preços dos produtos que a empresa vende em sua loja online brasileira.
Começo pelo preço que mais me chamou atenção. A versão completa do Mac Pro, computador mais avançado da empresa (o da foto, que parece uma lata de lixo cool), sofreu um reajuste de 32%. Passou de R$ R$ 29.000,00 R$ 37.000,00.
Steve Jobs do céu! Dá para comprar um carro 0 km. Com o mesmo valor, você sai dirigindo um Ford Ka, um Hyundai HB20, um Chevrolet Onix ou um Volkswagen Up!. E olhe que é o preço do computador sozinho. Se você quiser levar junto um monitor Thunderbolt de tela plana com 27 polegas, pode colocar mais R$ 9.300,00 na conta. Com R$ 46,300,00, você coloca motor 1.6 e câmbio automático no Hyundai HB20 (nota mental, como carro está caro também).
O reajuste foi geral. O notebook MacBook Pro de 13 passou de R$ 6.400,00 para R$ 10.500,00, um aumento de 64,1%. O avanço mais significante ficou para o teclado sem fio, que pulou de R$ 400,00 R$ 750,00. Está 87,7% mais caro, portanto.
Relógio inteligente
A Apple começa a vender esta semana no Brasil o Apple Watch, seu relógio inteligente. Os preços também não são muito animadores. O modelo de entrada custará R$ 2,9 mil, enquanto a versão mais sofisticada pode sair por até R$ 135 mil.
Os iPhones 6S e 6S Plus começarão a ser vendidos no Brasil entre o fim de outubro e o mês de novembro. O mercado estima que o modelo mais barato custará acima dos R$ 4 mil.
Segundo a Apple, os preços foram reajustados por causa da alta do dólar. A empresa disse que os preços não eram alterados desde janeiro. No início do ano, o dólar valia em torno de R$ 2,60. Recentemente, a moeda americana ultrapassou os R$ 4.
Tratando-se de produtos importados, é compreensível que a empresa aumente seus valores. Mas talvez fosse o caso de, ao menos temporariamente, rever sua política de margem de lucro.
Fonte: Época