De junho a dezembro deste ano, o aumento vai garantir uma arrecadação extra de R$ 1,5 bilhão. Esses recursos, admitiu ele, serão usados para compensar o gasto adicional de R$ 4 bilhões que o Tesouro Nacional terá para bancar o socorro às distribuidoras de energia elétrica, mas negou veementemente que a medida tenha sido adotada com esse propósito.
Segundo ele, a mudança da tabela visa a restabelecer o equilíbrio entre os tributos e os preços praticados no mercado. Barreto destacou que a defasagem era acentuada e que a última revisão da tabela ocorreu há dois anos. Entre maio de 2012 e fevereiro de 2014, os preços da cerveja subiram 23% e dos refrigerantes, 19,2%.
O secretário disse que o governo continua estudando mudanças na tributação do setor de cosméticos, mas ainda não há decisão. E acrescentou que já estaria pronta medida para elevar o PIS e Cofins nas importações, mas ainda não há formalização sobre o assunto. Questionado do motivo do governo ainda não ter feito esse equilíbrio de tributação no PIS/Cofins, ele admitiu que é não fazer todas as mudanças simultaneamente.
Agência Estado

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